O que podemos aprender sobre liderança com a história de Steve Jobs

Faz um ano que o mundo perdeu Steve Jobs. Não é um exagero dizermos que ele foi e continua sendo um dos grandes heróis desta geração. O homem esteve à frente das empresas mais badaladas das últimas décadas – Apple e Pixar –, além de travar batalhas econômicas incríveis, como a disputa do seu iPhone contra os smartphones da Samsung. Mas grande parte do sucesso de Jobs vem de sua forma de montar e liderar equipes vencedoras.

Eric V. Holtzclaw, CEO e fundador da User Insight e cofundador do mundialmente famoso site de viagens Trip Advisor, além de grande fã do trabalho de Jobs, separou quatro dicas fundamentais sobre liderança que podemos aprender com a história do guru da Apple.

Ele tinha vontade de recomeçar

A sua empresa costuma descartar ou refazer projetos que já estão em fases avançadas de produção? Jobs já chegou a cancelar um produto na semana em que seria lançado por não achar que estava bom e começar tudo do zero. Se essa postura deu errado? Bem, quando voltou para a Apple em 1996, ele encontrou uma empresa quase falida e a transformou em uma das mais rentáveis do mundo, com projetos que quebravam as próprias regras da companhia (e do mercado): iPod, iTunes e o iPhone.

Ele queria simplicidade

Processos complexos, projetos cheios de detalhes, produtos com um milhão de funcionalidades. Jobs nunca foi fã de nenhuma dessas coisas e, segundo Eric V. Holtzclaw, burocracias e processos de mais podem atrapalhar a sua empresa, dificultar que seus funcionários realizem tarefas simples e até mesmo privar sua equipe de boas ideias e inovações. “O simples pode ser mais complexo que o difícil: você tem de trabalhar duro para fazer seus pensamentos ficarem limpos e fazer algo simples. Mas vale a pena no final, porque uma vez que você chega lá, você pode mover montanhas”, Steve Jobs.

O caso que melhor exemplifica isso foi quando a IBM mandou para ele um contrato de 125 páginas e Jobs se recusou a ler e pediu que a empresa lhe mandasse um contrato simplificado, pedido que a IBM atendeu em alguns dias.

Ele não tinha medo de falar

Para Eric V. Holtzclaw, ser tímido nunca foi uma boa qualidade na hora de fechar negócios. E Jobs era o contrário disso. Ele sempre esteve confortável no papel de liderança que ocupava e se portava como esperavam dele: era ousado, fazia declarações dramáticas e aquelas perguntas que ninguém mais na sala tinha coragem de fazer, mas que eram iniciativas fundamentais para fechar grandes negócios ou decidir novos rumos para a empresa.

Ele acreditava no potencial dos outros

Jobs costumava dizer que a sua equipe era composta por profissionais “A”. Ele acreditava no potencial de cada um deles. Uma de suas grandes características como líder era motivar este time com seu carisma a ponto de fazê-los acreditar que eram capazes de fazer qualquer coisa, inclusive a realizar os projetos mais incríveis da empresa. Esta “habilidade” ficou conhecida como “Campo de distorção da realidade”, termo que é usado hoje em dia também para descrever o efeito que as palestras de Steve Jobs tinham nas pessoas. Vai dizer que ao assistir o vídeo abaixo você não se sente inspirado e capaz de qualquer coisa?

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