Gente em Ação – Construindo Resultados

Este ano, o tema do CONARH ABRH é “Gente em Ação – Construindo Resultados”. Por isso, que tal mostrarmos algumas das pessoas que construíram o sucesso da edição 2010 do evento? Para você que não pôde estar presente no CONARH 2010, o vídeo a seguir também é um prato cheio. Saiba tudo sobre os bastidores da última edição do evento que, neste ano, reunirá mais de 3 mil congressistas em palestras, oficinas, painéis e talk shows, além de outros 18 mil visitantes acompanhando a feira de negócios, a área de exposição e os espaços especiais.

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A importância do Endomarketing.

Quando existe falta de informação e sensação de isolamento, não há motivação. Por isso, a missão do Endomarketing é agir exatamente no sentido contrário. Definido por alguns especialistas como “o marketing voltado para dentro da empresa”, o Endomarketing tem como principal objetivo estimular os colaboradores a um maior compromisso com as organizações, através de ações pensadas principalmente para fazer com que se sintam verdadeiramente importantes dentro da equipe, em um processo de integração, mas também de comunicação entre líderes e liderados.

Em geral, as pessoas sentem-se importantes pelo grau de informações que recebem. Bem informados e em sintonia com as metas e objetivos da instituição, os colaboradores tendem a sentir-se valorizados e a assumirem com empenho sua parcela de responsabilidade sobre o resultado final do negócio. Seja criando condições favoráveis à realização do seu trabalho ou proporcionando o ambiente de trabalho que o faça sentir-se valorizado, é importante que o colaborador sinta orgulho em trabalhar na empresa e em contribuir com seus objetivos.

É muito comum que as pessoas confundam Endomarketing com Comunicação Interna. Por isso, vale lembrar que Comunicação é apenas uma das ferramentas usadas pelo Endomarketing. Além de informar, é preciso saber identificar as necessidades de cada pessoa e tentar relacioná-las aos objetivos da empresa. A proposta não é só fazer propaganda interna, mas criar uma mobilização em prol do resultado final.

Para alguns autores de livros sobre Endomarketing, um dos maiores problemas está no fato de que algumas lideranças não se comunicam bem com suas equipes. Nestes casos, como ainda há pessoas que pensam que deter informação é poder, é preciso que os gestores de RH façam um trabalho específico para que as lideranças compreendam o papel estratégico da comunicação. Os líderes precisam conhecer suas equipes, suas necessidades e expectativas pessoais. Afinal, a maioria das pessoas trabalha para obter subsídios que lhes permitam suprir suas necessidades particulares e realizar seus sonhos pessoais.

Algumas empresas adotam políticas de incentivo financeiro, que também tem seu valor. Mas estímulos externos não motivam as pessoas de forma permanente. Neste sentido, o Endomarketing e seus esforços de comunicação e integração conseguem motivar os colaboradores por períodos mais longos do que prêmios, salários e benefícios. Assim, além de diminuir a rotatividade de funcionários, o marketing interno deve ser visto como uma estratégia de gestão determinante para o sucesso das organizações.

O ideal é que as ações sejam fruto do trabalho conjunto das áreas de RH e Marketing. Enquanto a primeira é a principal fonte de informação sobre os profissionais, a segunda detém o conhecimento das estratégias e técnicas para que o trabalho tenha o efeito esperado.

Aberta a temporada de caça aos trainees

A “caça” aos trainees já começou. Com a economia estabilizada e aquecida, a busca por profissionais jovens, com ambição e vontade de ascensão na empresa é cada vez mais notável em empresas de médio e grande porte. O número de vagas não para de crescer, causando até mesmo uma competição entre empresas pelos melhores profissionais.

Os processos de seleção de trainees são difíceis e costumam ser muito concorridos. Quando abre uma vaga desse tipo, a empresa já tem uma ideia do perfil de profissional que gostaria de contar em seu quadro de funcionários e precisa encontrar algo semelhante entre os candidatos. Ou seja, não se trata de sorte, mas sim de adequação e competência.

Para se dar bem nesse programa, é preciso entender bem qual é a proposta da empresa e como ela atua no mercado. É preciso também estar dentro da faixa etária que as empresas procuram: normalmente, jovens de até 30 anos, recém-formados ou que estão cursando o último ano do Ensino Superior. As características profissionais desejadas variam muito de empresa para empresa, mas boa capacidade de comunicação, pensamento analítico, liderança e flexibilidade são algumas solicitações básicas.

Quando aprovado, o trainee passa por vários departamentos da companhia, para que possa conhecer todo o negócio e expertise da empresa. Após um período inicial de treinamento, ele fica responsável por uma unidade de negócios e se reportará diretamente ao chefe das operações. Os programas costumam durar até dois anos.

Retenção de talentos

Ao contrário do que se imagina, após a conclusão do período de trainee é comum que a maioria dos participantes deixe suas posições na empresa. Em entrevista ao Jornal da Tarde, a presidente da ABRH-Nacional, Leyla Nascimento, afirma que o índice de retenção é baixo e fica entre 32 e 35%. Ela afirma que, com a experiência de trainee no currículo, o jovem acaba conseguindo outras oportunidades com mais facilidade. Ao final do programa, ele conseguirá emprego com muita facilidade e se dá ao luxo de escolher onde trabalhar.

Dica de leitura: A Transformação do RH

David Ulrich, especialista em treinamento de pessoas, acredita que um dos maiores desafios dos profissionais do RH é ajudar as respectivas organizações a ter sucesso. Ulrich defende a participação ativa deste departamento na definição da estratégia do negócio.

O assunto é abordado no livro A Transformação do RH – Construindo os Recursos Humanos de fora para dentro, em que David Ulrich, juntamente com Justin Allen, Wayne Brockbank, Jon Younger, Mark Nyman, apresenta um modelo dividido em quatro fases que mostra, passo a passo, como a área de Recursos Humanos pode contribuir para o desempenho da empresa, atuando como verdadeiro parceiro estratégico. O livro foi lançado recentemente em língua portuguesa pela Editora Bookman.

A obra ainda oferece ferramentas para que a transformação aconteça e uma lista seleta de livros e artigos úteis no planejamento das mudanças. Os interessados em obter uma visão geral do modelo apresentado no livro podem acessar http://www.TransformRH.com. No site, Ulrich explica em vídeo como fazer de sua teoria uma possibilidade prática, complementando a discussão com cases de empresas que recentemente utilizaram do modelo.

 Serviço:

Livro: A Transformação do RH – Construindo os Recursos Humanos de fora para dentro Autores: David Ulrich, Justin Allen, Wayne Brockbank, Jon Younger, Mark Nyman Editora Bookman

Preço sugerido: R$ 45,00

Estreia novo site da ABRH-Nacional

Por Taynã Almeida

A ABRH-Nacional estreou seu novo portal na internet. A partir de agora, em um único espaço, o internauta encontra notícias, artigos, enquete e novidades da ABRH pelo Brasil.

As informações serão atualizadas diariamente e divulgadas também por meio de vídeos e agenda. O site conta com integração para os perfis da associação no Facebook, Twitter e Youtube e terá link direto para o blog da ABRH.

Os interessados ainda podem conferir as informações do CONARH, o maior congresso de RH da América Latina, e de todos os produtos e serviços oferecidos pela associação aos profissionais de Recursos Humanos e gestores de pessoas.

Clique agora e conheça todas as novidades: www.abrhnacional.org.br

A hora de pedir um aumento

Por Taynã Almeida

Como pedir aumento salarial sem se prejudicar? Quando é considerado um momento oportuno? De acordo com Jefferson Leonardo, Diretor Regional da ABRH – Região Sul, o colaborador deve observar o momento financeiro que a empresa está passando, fazer uma avaliação do cargo no mercado em que atua e observar se está agregando valor e trazendo resultados para a organização, além das atribuições na descrição do cargo.

Prestando atenção nesses fatores, o profissional poderá tomar a decisão certa no momento certo. Jefferson explica como o colaborador pode criar o ambiente oportuno. “Isso pode ser feito, por exemplo, em uma reunião voltada para avaliação de desempenho do profissional. Caso não haja esse momento, o colaborador pode solicitar um feedback e depois conversar sobre seu salário”.

É importante que o profissional trate do assunto direto com o seu gestor. “O que mais prejudica um colaborador nesses momentos são comentários que ele mesmo faz nos bastidores, causando interpretações por seus colegas e quase sempre chegando até o líder com ruídos de comunicação”, alerta.

Entretanto, falar desse assunto pode não ser prejudicial se o colaborador tiver uma postura correta. “Se o aumento foi solicitado com consciência, o profissional deverá fazer um exame cuidadoso de sua carreira dentro da empresa. Deve-se também pensar se vale apena esperar novas oportunidades, ou até desenvolver um projeto de mudança de empresa, caso o funcionário conclua que não está sendo devidamente valorizado”, explica Jefferson Leonardo.

Vida após aposentadoria

por Taynã Almeida

O mercado de trabalho para profissionais aposentados está cada vez mais aquecido. Em geral, as empresas e instituições estão confirmando que o equilíbrio entre experiência e o novo traz força e ótimos resultados. É o que acredita Heloisa Machado, diretora de Gestão da Comunicação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional).

Entretanto, Heloisa alerta para os riscos em manter pessoas aposentadas, pelo fato de não ser possível acumular dois benefícios da Previdência Oficial. Caso haja necessidade de afastamento (por doença ou por acidente), por exemplo, o colaborador não recebe assistência formal. “Nestes casos, o funcionário fica impedido de realizar o desligamento, e a empresa tem que continuar pagando os salários e demais benefícios”.

Um dos motivos que levam muitos profissionais aposentados a continuar trabalhando é a necessidade de complementar a renda familiar. “A mentalidade de poupar ainda é incipiente no Brasil. As pessoas não se preparam financeiramente para este momento”, destaca a diretora. 

Quando se pensa em aposentadoria, a maioria da população almeja outro ritmo de vida, desapegada dos compromissos profissionais. Por outro lado, não são poucos os que temem essa ruptura. “Alguns aposentados não sabem lidar com a falta de rotina e sentem falta da rede de relacionamentos formada durante a carreira. Infelizmente, ainda há pouca preparação para este importante momento de transição”, aponta Heloisa Machado.