Informativo da ABRH-Nacional no Estadão 30/08/2012

Informativo da ABRH-Nacional no Estadão 22/03/2012Perdeu o Estadão desta quinta-feira? Não se preocupe. Aqui está a versão digital do Informativo da ABRH-Nacional com uma matéria a respeito sobre o novo curso de Desenvolvimento de Líderes de RH, resultado da união da ABRH-Nacional, Great Place to Work e Ânima Educação. Além disso, destaque para os ganhadores do Prêmio Ser Humano na modalidade Gestão de Pessoas, categoria Empresa. Confira aqui.

Informativo da ABRH-Nacional no Estadão 23/08/2012

Informativo da ABRH-Nacional no Estadão 22/03/2012Perdeu o Estadão desta quinta-feira? Não se preocupe. Aqui está a versão digital do Informativo da ABRH-Nacional com uma visão geral de como foi o CONARH 2012, evento que reuniu mais de 20 mil pessoas na capital de São Paulo para discutir temas pertinentes aos gestores de recursos humanos. Confira Aqui.

CONARH 2012: o que levamos para casa?

Por Jessica Marins

Representantes da ABRH-Nacional se reuniram no palco do Grande Auditório para a penúltima palestra do CONARH 2012. Era o momento de refletir sobre o evento, pensar o que aqueles dias de encontro com profissionais da área representaria para a carreira de cada um dos presentes. Eles separaram as palestras por eixos e resumiram os dizeres e ideias mais importantes do congresso.

O primeiro eixo relembrado foi a competitividade no Brasil. Os representantes escolheram as ideias que os RHs não poderiam deixar de levar consigo do evento. O custo preocupante da mão de obra, a necessidade da revisão destes valores, a desindustrialização que avança cada vez mais, a desoneração atual que é pequena e tende a não obter os resultados esperados e o recursos humanos que tem que voltar mais a sua atenção para conhecer seus custos.

O segundo eixo considerado foi atração, retenção e engajamento. Assunto crucial para o sucesso de qualquer companhia, foram analisados pontos como a ligação entre o líder e o colaborador que deve ser de confiança, as empresas mais cobiçadas para se trabalhar (aquelas em que os futuros colaboradores admiram). O outro olhar foi referente às ferramentas digitais que ajudam nos processos de seleção e recrutamento, mas que ao mesmo tempo levantam a questão: será que sabemos quem estamos colocando em nossa empresa?”. Outra análise também foi sobre proporcionar felicidade no ambiente de trabalho aliado ao marketing e gestão de pessoas para gerar mais engajamento. Além disso, a reflexão: líderes fortes criam empresas fortes e elas permanecem fortes.

O terceiro eixo é referente ao modelo organizacional onde temos o exemplo da empresa GORE que não possui cargos e é baseada na confiança dos colaboradores para as decisões. Outro olhar é para os jovens que estão mais entusiasmados com a carreira de RH e o virtual que intensifica as relações e dilui a hierarquia.

O quarto eixo é voltado para remuneração, resultados e QVT onde temos que ver a remuneração como estratégia com retorno comprovado e com um compartilhamento dos resultados que se forem adicionais também geram aos colaboradores ganhos adicionais. Para fazer sucesso sem ficar louco a principal ideia é entender que a saúde deve ser preservada e é necessário manter hábitos de vida mais saudáveis. Já quanto aos resultados é necessário que se faça mais com menos, melhor, mais rápido e com sustentabilidade para conseguir é necessário gerenciar o presente, desprender-se do passado e criar o futuro com as ferramentas necessárias e com liderança.

O quinto eixo é voltado para aprendizagem e desenvolvimento onde devemos dar destaque para a talentividade onde todos os níveis de talento são necessários para que se possa descobrir e gerenciar tensões entre alto desempenho e alto potencial para poder reconhecer os destaques de dentro da empresa.

O sexto eixo é voltado para estratégia onde devemos levar conosco de aprendizado a dimensão social e coletiva onde o que vale é aprenda, compartilhe e mude. O conteúdo sempre deve estar acima da tecnologia, é necessário ter visão de desempenho e resultado e os lideres devem passar a educação por meio da presença e do exemplo, além da oratória.

O sétimo e último eixo apresentado é voltado para os líderes onde independe de qual tipo de gestão você faz e o entre agridoce, dirigente e estadista  o que vale é reconhecer as pessoas que gostam de gente pois todos nós temos um talento interior.

Fotos: Renato Ramalho

CONARH 2012 – Alegria, Paixão e Engajamento – Uma Construção Coletiva

Por Evelyn Carvalho

O encerramento do CONARH 2012 foi em clima de apoteose. A última palestra magna do evento foi ministrada pelo carnavalesco da Unidos da Tijuca, Paulo Barros, campeão por duas vezes do carnaval carioca. O tema foi “Alegria, Paixão e Engajamento – Uma Construção Coletiva”.

Barros deixou sua marca de ousadia no já tão consagrado desfile de escolas de samba do Rio de Janeiro. “Acho que o bacana é esquecermos a ideia de começo, meio e fim. É preciso desconstruir para construir algo novo”.

Para mudar paradigmas da festa, Barros teve que contar com o apoio de toda a equipe, em um exercício contínuo de diálogo e liderança. Ressaltou por diversas vezes a importância do trabalho em conjunto e da responsabilidade do líder em buscar o engajamento das pessoas. “Desfilar não é só colocar uma fantasia bonita e ir para a avenida. O Carnaval é uma engrenagem, e todos têm que se comprometer e executar o seu papel”.

A palestra foi repleta de exemplos de como a união em torno de uma ideia foi fundamental para sua materialização. Os carros alegóricos coreografados e as comissões de frente com truques de mágica foram alguns desses exemplos. Para ilustrar a ideia de que por vezes é preciso “perder a cabeça”, Barros trouxe para o CONARH o membro de uma de suas comissões de frente mais célebres, do Carnaval de 2011 da Unidos da Tijuca. Ao ver a cabeça do rapaz deslizar até o meio do corpo, os participantes do CONARH não esconderam o susto, mas optaram por não saber como a ilusão é feita para não perderem o encanto.

Confiança, percepção sobre o outro, interferência nos conceitos pré-estabelecidos, comprometimento, materialização e enxergar além foram alguns dos temas-chave abordados na apresentação. “Ás vezes temos que mudar conceitos para que isso viabilize o nosso trabalho e o nosso sucesso”, declarou o carnavalesco. Como conclusão, deixou uma mensagem de otimismo e valorização das pessoas. “Toda a nossa vida está pauta em quem está do nosso lado”.

Fotos: Renato Ramalho

CONARH 2012 Apresenta palestra sobre a alma das organizações

Por Jessica Marins

O segundo dia de CONARH teve a presença do diretor geral do Mindvalue Group, Javier Fernández Aguado, que começou a palestra com uma frase impactante: “O fator humano é o conjunto de valores, normas e comportamento dentro de uma organização”. Além disso, propôs aos espectadores uma reflexão sobre a alma das organizações, tema central da palestra.

Javier mostrou a todos os presentes o quanto ele considerava importante a leitura. “Um executivo tem que ler e por isso eu sempre indico alguns livros que possam nortear e dirigir as empresas”, explicou. O diretor também refletiu sobre a ética e sobre alguns princípios que considera fundamentais para as organizações e para os colaboradores.

Um deles é baseado em três perguntas que você deve se fazer, sendo elas. Onde você está? Onde você gostaria de estar? O que você precisa fazer para chegar onde gostaria de estar?

O outro é baseado em quatro causas de Aristóteles, sendo elas: eficiente, formal, material e final. Causas que Aguado traduziu para os nosso contexto de hoje e explicou para os executivos que eficiente é o esforço, engajamento que se dever ter no trabalho, formal é o motivo pelo qual trabalhamos e material são os elementos que precisamos para poder executar um bom trabalho, os meios. E o final que é onde precisamos compreender os paradigmas da empresa.

Durante a palestra Javier que usou muito da história da Grécia e de Aristóteles para exemplificar casos do nosso dia-a-dia disse que falar destes marcos histórico é falar de nós mesmos, pois tudo que vivemos já foi vivido antes e quem não conhece a história não sabe nada.

Para finalizar a sua apresentação Fernadéz define como a alma da empresa a causa formal e disse que a diferença entre grupo e equipe é que uma equipe é um grupo de pessoas com desejo de levar projetos adiante, com alma e somente as organizações que possuem alma conseguem descobrir talento.

“As comunicações precisam de poetas românticos que acreditam em um mundo melhor, mas eu não creio em um mundo melhor. Minha crença é em micro mundo melhor que não depende dos outros e apenas de mim, das minhas causas, do meu engajamento, dos meus meios e se todo mundo aqui se comprometer e em fazer o seu micro mundo melhor, o mundo ficaria melhor”, finalizou Javier Fernádez Aguado.

Fotos: Renato Ramalho

Abertura CONARH 2012: uma nova maneira de pensar gestão de pessoas

Por Jessica Marins

A palestra que abriu o CONARH 2012 teve a presença do Presidente da Natura Alessandro Carlucci, que propôs a todos os gestores presentes uma nova maneira de pensar sobre o atual modelo de gestão de pessoas. Ele abriu a discussão do tema com um pensamento: “o Brasil está em um momento que precisa dar uma parada, puxar o freio de mão. Eu por mim dava um baita cavalo de pau”.

Para iniciarmos o raciocínio, precisamos ter ciência de que a gestão de pessoas praticada hoje é antiga, baseada em uma cultura do passado, da época da Revolução Industrial. De um tempo quando percebíamos nas outras pessoas exatamente o que falta nelas e não os seus talentos e habilidades já dominadas. Este cenário, que também fez o presidente da Natura refletir, foi pensado em cima de alguns eixos importantes para a compreensão das mudanças que acontecem no mundo sob a perspectiva do que devemos fazer diante dele.

A nova proposta sugerida por Carlucci é baseada na idéia de incentivar e motivar o profissional a continuar trabalhando em cima do que ele faz de melhor. Desta maneira será possível formar dentro de sua empresa um ambiente colaborativo onde não importa o cargo a qual você representa e sim o que você tem de melhor e como pode ajudar com isso. “Escolha quais são as coisas que você quer transformar”, aconselha Alessandro Carlucci.

Desta maneira podemos perceber a importância de cada colaborador saber das suas funções e o que ele representa para a empresa na qual trabalha, ao mesmo tempo em que os líderes e gestores não podem deixar de executar suas funções. “Não devemos delegar a ninguém as responsabilidades que temos e nem deixar de ser você mesmo, de ter identidade”, ressalta Carlucci.

O último eixo proposto pelo Presidente da natura é o desapego. Ele diz que temos que aprender a nos desapegar de nossa maneira de fazer nossas funções, de nosso dia a dia e das nossas manias para que seja possível pensar no novo, para conseguimos nos impactar com essa nova geração que traz uma nova cultura, uma nova forma de comunicação que já está instalada no mercado, mas a nossa velha maneira de ver as coisas e não perceber as mudanças muitas vezes bloqueia os nossos sentidos.

Fotos: Ana Fuccia

Informativo da ABRH-Nacional no Estadão 28/06/2012

Informativo da ABRH-Nacional no Estadão 22/03/2012Perdeu o Estadão desta quinta-feira? Não se preocupe. Aqui está a versão digital do Informativo da ABRH-Nacional com as notícias da associação e uma prévia da discussão a respeito do custo de um trabalhador para a empresa e as opções pela terceirização que será levada a fundo no CONARH 2012, além de uma matéria a respeito da participação da ABRH-Nacional na Rio+20. Leia aqui.